As doenças crónicas não transmissíveis (doenças cardiovasculares, cancro, patologia respiratória crónica, diabetes mellitus, as doenças osteoarticulares e as perturbações da saúde mental, como a depressão) constituem, hoje, a principal causa de morbilidade e mortalidade nas sociedades desenvolvidas.
São também estas doenças as principais responsáveis por situações de incapacidade, muitas vezes permanente, e perda de qualidade de vida, com expressão muito significativa no consumo de serviços de saúde, meios complementares de diagnóstico, medicamentos e dias de internamento, representando, em 2000, a nível europeu, cerca de 75% da carga da doença (burden of disease) expressa em DALYs1. (European Health Report, OMS, 2002).
O consumo de tabaco, os erros alimentares, a obesidade, o consumo excessivo de álcool, a inatividade física e a má gestão do stresse estão hoje claramente identificados como sendo os principais fatores implicados na origem das doenças crónicas não transmissíveis.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que, em 2020, 80% do peso da globalidade das doenças (“burden of disease”) nos países em vias de desenvolvimento esteja relacionado com problemas de saúde crónicos.
De acordo com o Instituto Dr. Ricardo Jorge, as doenças crónicas como a diabetes, doenças cardiovasculares, cancro e perturbações neuropsiquiátricas, afetam 8 em cada 10 pessoas com mais de 65 anos na Europa. Cerca de 70 a 80 por cento dos orçamentos de saúde em toda a UE são gastos no tratamento destas doenças. Naturalmente estas doenças, tem um impacto muito grande, nomeadamente ao nível da redução da qualidade de vida das pessoas afetadas (algumas ficando mais dependentes), também com enorme impacto em termos sociais e económicos para o país, e com o crescimento da esperança média de vida, a tendência é para aumentar este tipo de patologias.
Existem sólidas evidências científicas, de que a prevenção é a melhor estratégia de intervenção ao nível dos estilos de vida (alimentação e atividade física), com maior grau de eficácia e com menos custos para a sociedade, no entanto, existe ainda muito trabalho a ser realizado em Portugal a esse nível, para promovermos melhor a saúde e a qualidade de vida, dos idosos e das futuras gerações."
Alguns alimentos que ajudam o sistema imunitário a funcionar corretamente e que devem fazer parte de uma alimentação equilibrada e variada.
As pessoas que não dormem o número de horas necessárias por dia (7-8 horas com qualidade) têm maior probabilidade de ter excesso de peso ou obesidade.
O coronavírus é o tema do momento de todos os portugueses, e mesmo nas conversas "banais" do dia-a-dia, do estado do tempo, entre outros assuntos, acabam por ser substituídas pelo "vírus da china".!
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